Muitas empresas gastam R$ 20 mil, R$ 50 mil, R$ 100 mil ou até R$ 200 mil por mês no cartão e não possuem nenhuma estratégia para aproveitar os pontos gerados por essas despesas.
Anúncios, softwares, equipamentos, viagens, fornecedores e diversas outras despesas fazem parte da rotina do negócio. A empresa precisa gastar esse dinheiro de qualquer maneira.
A diferença é que, quando existe uma estratégia de pontos e milhas, parte desses gastos pode ser transformada em passagens aéreas, viagens de última hora, economia para a empresa e até recursos financeiros.
Mas existe uma diferença importante entre pontos empresariais e milhas, e entender isso é o primeiro passo.
Pontos e milhas para empresas não são a mesma coisa
Quando falamos de pontos, podemos estar falando tanto de pessoa física quanto de pessoa jurídica.
Uma empresa pode possuir um cartão empresarial que acumula pontos, por exemplo.
Já quando falamos dos programas tradicionais de milhas, estamos falando de contas vinculadas a pessoas físicas. Na prática, os pontos acumulados pela empresa podem precisar ser transferidos para o CPF de um dos sócios para depois serem utilizados dentro dos programas de milhas.
Essa diferença é fundamental para montar uma estratégia.
Não basta simplesmente escolher um cartão empresarial e começar a acumular pontos.
É preciso pensar em todo o processo:
GERAÇÃO → MULTIPLICAÇÃO → UTILIZAÇÃO
E é justamente nessa última etapa que muitas empresas perdem dinheiro.
1. Como uma empresa pode gerar pontos?
Uma das formas mais óbvias é através do cartão de crédito empresarial.
Bancos tradicionais podem oferecer cartões para pessoa jurídica que acumulam pontos. Entretanto, na escolha de um banco para uma empresa, os pontos não deveriam ser o único critério.
Limite de crédito, relacionamento bancário, taxas, prazo, linhas de crédito e outros benefícios financeiros podem ser muito mais importantes para o negócio.
Depois disso, faz sentido analisar a pontuação oferecida pelo cartão.
E aqui aparece uma diferença importante.
Dependendo da estrutura da empresa e da orientação contábil, determinadas despesas também podem ser realizadas através da pessoa física do sócio e posteriormente tratadas contabilmente pela empresa.
Isso abre outras possibilidades de geração de pontos.
2. As compras da empresa também podem gerar pontos
Imagine que sua empresa precise comprar:
- notebooks;
- celulares;
- câmeras;
- equipamentos;
- uniformes;
- materiais;
- produtos utilizados na operação.
Dependendo da estratégia utilizada, algumas dessas compras podem ser realizadas através de parceiros de programas de pontos.
Em vez de simplesmente comprar um equipamento, a mesma compra pode gerar milhares de pontos adicionais.
Na transcrição do vídeo, dou o exemplo de compras realizadas em parceiros de programas como a Livelo. Uma compra que a empresa já precisaria realizar pode se transformar também em uma oportunidade de geração de pontos.
Por isso, empresas com grandes volumes de despesas podem ter um potencial enorme.
Existem negócios que gastam R$ 200 mil por mês no cartão empresarial somente com despesas recorrentes, como anúncios, ferramentas, softwares e serviços.
O problema é que gerar pontos é apenas o começo.
3. O segundo passo é multiplicar os pontos
Um dos erros mais comuns é olhar para o saldo do cartão e simplesmente transferir os pontos para um programa de milhas.
Nem sempre isso é inteligente.
Existem momentos em que programas e instituições oferecem condições melhores de transferência.
Em determinadas situações, uma transferência pode gerar bônus e aumentar consideravelmente o saldo final disponível.
Ou seja:
não importa apenas quantos pontos sua empresa gera.
Importa também como e quando esses pontos são utilizados ou transferidos.
Na estratégia de milhas, o momento da transferência pode fazer uma diferença enorme no resultado final.
Mas ainda assim, existe uma etapa ainda mais importante.
4. O verdadeiro dinheiro está na emissão
Uma empresa pode gerar muitos pontos e ainda assim utilizar suas milhas de maneira ruim.
Ter 100 mil milhas não significa necessariamente possuir uma vantagem.
A pergunta correta é:
Qual é o melhor uso possível para essas 100 mil milhas neste momento?
Uma passagem pode custar, por exemplo:
100 mil milhas ou R$ 1.200.
Se essas mesmas 100 mil milhas puderem ser utilizadas de outra maneira ou vendidas por um valor superior ao preço da passagem, gastar as milhas naquela emissão pode ser um péssimo negócio.
Foi exatamente uma situação desse tipo citada no vídeo: em vez de utilizar aproximadamente R$ 2.500 em valor de milhas para comprar uma passagem de R$ 1.200, a estratégia foi pagar a passagem em dinheiro e preservar o valor das milhas.
É essa análise que transforma acúmulo de pontos em gestão de milhas.
5. Milhas podem ser excelentes para viagens de última hora
Esse é um ponto especialmente interessante para empresários.
Quem viaja a lazer normalmente consegue planejar uma viagem com antecedência.
Empresários nem sempre possuem esse privilégio.
Uma reunião pode surgir para daqui a três dias.
Um cliente importante pode pedir uma visita.
Uma negociação pode exigir uma viagem na semana seguinte.
E comprar passagens aéreas de última hora pode custar caro.
É justamente nesse cenário que algumas estratégias utilizando milhas podem fazer uma grande diferença.
Existem possibilidades de tarifas especiais e tabelas de valores fixos que, dependendo da disponibilidade e das regras aplicáveis, podem permitir emissões interessantes mesmo próximas da viagem.
Imagine que uma passagem comprada normalmente esteja custando:
R$ 3.000
Mas, através de uma estratégia com milhas, aquela mesma necessidade de viagem possa ser atendida por um custo muito inferior.
Agora multiplique essa diferença por todas as viagens realizadas durante um ano.
É aqui que a gestão começa a ficar interessante para empresas que viajam frequentemente.
6. Você não precisa necessariamente ter milhas
Esse é outro conceito que muitos empresários desconhecem.
Milhas não servem apenas para quem acumulou milhões de pontos durante anos.
Em determinadas situações, pode fazer sentido comprar as milhas necessárias para realizar uma emissão.
Imagine que determinada passagem esteja custando R$ 3.000.
Se for possível adquirir as milhas necessárias e realizar aquela emissão por um custo total significativamente inferior, existe uma oportunidade de economia mesmo sem possuir previamente aquele saldo.
O objetivo não deveria ser simplesmente:
“Usar minhas milhas.”
O objetivo deveria ser:
“Comprar esta viagem da maneira mais inteligente possível.”
Às vezes será com dinheiro.
Às vezes será com pontos.
Às vezes será com milhas.
E em outras situações poderá fazer sentido comprar milhas especificamente para realizar aquela emissão.
7. E se a empresa não precisar utilizar as milhas?
Existe ainda outra possibilidade apresentada no vídeo.
Imagine uma empresa que já possui suas viagens organizadas ou simplesmente não possui necessidade imediata de utilizar determinado saldo.
Dependendo da estratégia adotada, essas milhas podem representar um ativo com valor econômico.
No exemplo apresentado na aula, um saldo de 100 mil milhas poderia ser utilizado em uma passagem ou, dependendo das condições encontradas, convertido em dinheiro através de uma operação de venda.
Ou seja, os pontos que surgiram de despesas que a empresa já teria podem acabar retornando algum benefício para o negócio.
8. O empresário precisa aprender tudo sobre milhas?
Aqui está uma das principais questões.
Na minha visão, não.
O empresário deveria estar preocupado com:
- aumentar o faturamento;
- melhorar a margem;
- contratar pessoas;
- atender clientes;
- desenvolver produtos;
- fechar negócios;
- expandir sua empresa.
Não faz muito sentido o dono de uma empresa gastar horas acompanhando promoções de transferência, programas de fidelidade, disponibilidade de passagens e estratégias de emissão.
Existem basicamente três caminhos.
A empresa pode treinar alguém internamente para cuidar disso.
O próprio empresário pode aprender.
Ou pode contratar um Gestor de Milhas.
Para empresas com um volume relevante de gastos e viagens, essa terceira alternativa pode fazer bastante sentido.
9. O que faz um Gestor de Milhas para uma empresa?
O Gestor de Milhas é o profissional responsável por criar e executar a estratégia.
Ele pode analisar cartões, acompanhar a geração de pontos, identificar oportunidades de transferência e avaliar qual é a melhor maneira de comprar cada viagem.
Na gestão apresentada no vídeo, esse trabalho pode envolver também passagens, hotéis, aluguel de carro, seguro e outros elementos relacionados às viagens.
Isso muda completamente a lógica.
O empresário não precisa se transformar em especialista em milhas.
Ele simplesmente informa:
“Preciso viajar.”
E existe alguém responsável por descobrir a maneira mais inteligente de realizar aquela viagem.
10. Sua empresa gasta mais de R$ 20 mil por mês no cartão?
Esse é um dos primeiros números que observamos.
No nosso modelo de gestão, trabalhamos principalmente com empresas e empresários que possuem gastos acima de R$ 20 mil por mês no cartão, porque a partir desse volume começa a existir um potencial maior para estruturar geração, transferência e utilização dos pontos.
Principalmente quando estamos falando de empresas que também:
viajam com frequência, compram passagens de última hora, possuem gastos relevantes com cartão ou querem deixar de perder tempo tentando entender programas de milhas.
Nesse cenário, contratar alguém especializado pode ser muito mais inteligente do que transformar o empresário em um “especialista em pontos”.
Quer descobrir quanto sua empresa pode economizar?
Criamos uma Gestão de Milhas para Empresas justamente para empresários que querem utilizar pontos e milhas de maneira profissional, sem precisar estudar o mercado ou acompanhar promoções todos os dias.
Se sua empresa gasta mais de R$ 20 mil por mês no cartão e realiza viagens durante o ano, preencha nosso formulário.
Vamos analisar o seu cenário e verificar se uma gestão profissional de milhas faz sentido para sua empresa.
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Sua empresa já gasta dinheiro todos os meses. A questão é: quanto desse dinheiro poderia estar voltando para o negócio em forma de viagens, economia e inteligência?
