Gestor de Milhas: o que faz, quanto ganha, quanto cobra e como começar

O mercado de milhas deixou de ser apenas um assunto ligado a pontos, cartões e promoções. Com o crescimento dos programas de fidelidade, dos cartões de crédito e da busca por viagens mais econômicas, surgiu também uma nova atividade profissional: o Gestor de Milhas.

O Gestor de Milhas é o profissional responsável por administrar, de maneira estratégica, os pontos, milhas, cartões e viagens de seus clientes.

Na prática, seu trabalho é ajudar pessoas e empresas a economizarem tempo e dinheiro, utilizando os benefícios disponíveis nos programas de fidelidade de forma inteligente.

Mais do que simplesmente acumular milhas, o gestor acompanha oportunidades, organiza informações, planeja emissões e ajuda o cliente a tomar melhores decisões de viagem.

Neste guia completo, você vai entender o que é um Gestor de Milhas, quanto pode ganhar, como funciona a profissão, quais ferramentas utiliza e como começar.

1. O que é Gestor de Milhas?

O Gestor de Milhas é o profissional responsável por administrar pontos, milhas, cartões de crédito, programas de fidelidade e estratégias de viagem de seus clientes.

Ele atua de forma semelhante a outros profissionais de gestão.

Assim como um contador organiza as informações financeiras de uma empresa ou um assessor acompanha investimentos, o Gestor de Milhas acompanha um patrimônio que muitas pessoas ainda administram de maneira pouco eficiente: seus pontos, milhas e benefícios de viagem.

O objetivo não é simplesmente acumular o maior número possível de milhas.

O objetivo é utilizá-las da melhor maneira.

Por isso, uma boa gestão pode envolver desde o planejamento da geração dos pontos até a escolha da melhor forma de pagar por uma passagem aérea.

2. O que faz um Gestor de Milhas?

O trabalho pode variar de acordo com o perfil do cliente, mas normalmente envolve atividades como:

  • acompanhar cartões de crédito e programas de fidelidade;
  • identificar oportunidades de transferência bonificada;
  • monitorar validade dos pontos e milhas;
  • planejar estratégias para geração de pontos;
  • analisar oportunidades de emissão de passagens;
  • comparar pagamento em dinheiro ou milhas;
  • organizar viagens futuras;
  • emitir passagens aéreas;
  • acompanhar alterações e cancelamentos;
  • manter histórico das operações;
  • orientar o cliente sobre cartões e benefícios;
  • reduzir desperdício de pontos.

O bom gestor não trabalha apenas quando surge uma promoção.

Ele acompanha o cliente ao longo do ano.

Por isso, a Gestão de Milhas deve ser vista como um projeto de viagem e economia, e não apenas como uma busca por promoções.

3. Como funciona a profissão de Gestor de Milhas?

A maioria dos profissionais trabalha atendendo uma carteira própria de clientes.

O modelo normalmente funciona através de um contrato de prestação de serviços com duração determinada, muitas vezes anual.

Depois da contratação, o gestor realiza um diagnóstico inicial.

Nesse momento, busca entender:

  • quanto o cliente gasta mensalmente;
  • quais cartões possui;
  • quais programas utiliza;
  • quantas pessoas fazem parte da família;
  • quais viagens pretende realizar;
  • quais são os destinos mais comuns;
  • qual nível de conforto busca durante as viagens.

Com essas informações, o profissional cria uma estratégia.

Durante o período contratado, acompanha os programas e toma decisões de acordo com as necessidades daquele cliente.

Por isso, a Gestão de Milhas é uma atividade recorrente.

O valor do serviço está principalmente na organização, planejamento e tomada de decisão ao longo do tempo.

4. Gestor de Milhas é profissão?

Gestor de Milhas é uma atividade profissional relativamente nova dentro do mercado de viagens, programas de fidelidade e serviços personalizados.

Na prática, já existem profissionais e empresas atendendo clientes exclusivamente por meio da Gestão de Milhas.

É importante diferenciar, porém, o uso da palavra “profissão” da existência de uma profissão regulamentada por conselho profissional.

O Gestor de Milhas atua como prestador de serviços e deve estruturar sua atividade empresarial de forma adequada, observando questões fiscais, contratuais, tributárias e de proteção de dados.

A profissionalização da atividade passa justamente pela criação de processos, contratos, ferramentas e padrões de atendimento.

5. Quanto ganha um Gestor de Milhas?

Não existe salário fixo para um Gestor de Milhas independente.

A renda depende principalmente de:

  • número de clientes;
  • valor cobrado;
  • perfil dos clientes;
  • estrutura da operação;
  • nível de serviço;
  • tempo dedicado à atividade.

Por exemplo:

Um gestor com 20 clientes pagando R$ 3.000 por ano possui uma carteira de R$ 60.000 em contratos anuais.

Um profissional com 50 clientes pagando R$ 4.000 por ano possui R$ 200.000 em contratos.

Isso não significa necessariamente lucro, pois existem custos de operação, impostos, sistemas, equipe e aquisição de clientes.

Por esse motivo, quando se fala em quanto ganha um Gestor de Milhas, é mais correto analisar o faturamento e a margem da operação do que falar em um salário padrão.

6. Quanto cobra um Gestor de Milhas?

O preço depende do nível de complexidade do cliente.

Existem profissionais cobrando valores mais baixos e outros trabalhando com serviços premium.

A cobrança pode acontecer através de:

  • mensalidade;
  • contrato semestral;
  • contrato anual;
  • plano por família;
  • plano empresarial.

Um modelo bastante comum é trabalhar com um valor anual.

A vantagem desse formato é permitir que gestor e cliente analisem o resultado durante um período completo de viagens e geração de pontos.

O valor não deve ser definido simplesmente pelo número de milhas que o cliente possui.

O ideal é considerar:

  • gasto mensal;
  • potencial de geração de pontos;
  • quantidade de viagens;
  • número de passageiros;
  • nível de atendimento necessário;
  • complexidade da operação;
  • economia potencial.

Quanto maior o potencial de geração de valor, maior pode ser o valor do contrato.

7. Como começar como Gestor de Milhas?

O primeiro passo é aprender os fundamentos.

Antes de atender clientes, o profissional precisa dominar:

  • programas de fidelidade;
  • cartões;
  • transferências;
  • emissões;
  • regras tarifárias;
  • cancelamentos;
  • gestão de clientes;
  • precificação;
  • atendimento;
  • vendas.

Depois disso, é necessário estruturar o serviço.

Uma sequência possível é:

  1. aprender a operação;
  2. definir o público que deseja atender;
  3. estruturar sua oferta;
  4. criar um contrato;
  5. definir seu preço;
  6. organizar as ferramentas;
  7. conquistar os primeiros clientes;
  8. documentar seus resultados;
  9. criar processos;
  10. aumentar gradualmente sua carteira.

Dentro do Instituto Gestor de Milhas, esse processo é trabalhado através da formação Profissão Gestor de Milhas, criada para quem deseja transformar conhecimento sobre milhas em uma atividade profissional.

8. Precisa ter milhas para trabalhar?

Não.

Uma das confusões mais comuns é acreditar que o gestor precisa utilizar suas próprias milhas para atender clientes.

Na Gestão de Milhas, o profissional administra os pontos e benefícios pertencentes ao próprio cliente.

Seu principal ativo não é um estoque de milhas.

É conhecimento.

O Gestor precisa saber analisar oportunidades, programas e viagens para encontrar a melhor estratégia.

9. Precisa investir dinheiro para começar?

A Gestão de Milhas pode ser iniciada com uma estrutura relativamente enxuta.

Normalmente são necessários:

  • computador;
  • celular;
  • acesso à internet;
  • ferramentas de gestão;
  • conhecimento;
  • estrutura empresarial adequada.

Diferentemente de negócios que exigem compra de estoque, o gestor não precisa necessariamente comprar milhas para começar.

Ainda assim, existem custos relacionados a treinamento, sistemas, marketing, impostos e estrutura profissional.

Por isso, dizer que é possível começar “sem investir nada” seria impreciso.

É um negócio de baixo investimento operacional quando comparado a muitas atividades tradicionais, mas ainda exige profissionalização.

10. Quem pode trabalhar como Gestor de Milhas?

A atividade pode ser interessante para pessoas que possuem facilidade com:

  • atendimento;
  • tecnologia;
  • organização;
  • pesquisa;
  • viagens;
  • números;
  • relacionamento com clientes.

Não é obrigatório trabalhar anteriormente no turismo.

Muitos gestores começam justamente depois de aprenderem a utilizar melhor suas próprias milhas.

Por outro lado, profissionais de turismo, agentes de viagens e consultores também podem incorporar Gestão de Milhas ao portfólio.

O mais importante é entender que administrar recursos de terceiros exige responsabilidade.

Conhecer milhas para uso pessoal é diferente de prestar um serviço profissional.

11. Quem é o cliente ideal?

Nem toda pessoa precisa de um Gestor de Milhas.

O serviço tende a gerar mais valor para pessoas que:

  • gastam valores relevantes no cartão de crédito;
  • fazem várias viagens durante o ano;
  • viajam com a família;
  • compram passagens em cima da hora;
  • possuem empresas;
  • não têm tempo para acompanhar promoções;
  • valorizam conforto;
  • acumulam pontos em diferentes programas.

Empresários e profissionais de alta renda costumam apresentar um perfil interessante porque geralmente possuem simultaneamente gasto elevado, pouca disponibilidade de tempo e necessidade frequente de viagens.

12. Quantos clientes um Gestor consegue atender?

Isso depende diretamente do modelo de operação.

Um profissional que executa tudo manualmente possui uma capacidade menor.

Um gestor que utiliza sistemas, processos, automação e eventualmente uma equipe consegue atender uma carteira maior.

Por isso, o objetivo não deve ser simplesmente buscar o maior número possível de clientes.

É necessário encontrar equilíbrio entre:

  • quantidade de clientes;
  • ticket médio;
  • tempo utilizado;
  • qualidade do atendimento;
  • margem da operação.

Um serviço premium com menos clientes pode ser mais saudável do que uma carteira enorme com contratos muito baratos.

13. Como conseguir clientes para Gestão de Milhas?

Os primeiros clientes frequentemente surgem através do relacionamento pessoal.

Amigos, empresários, profissionais liberais e pessoas próximas podem conhecer o trabalho inicialmente.

Depois, o crescimento pode acontecer através de:

  • indicação;
  • Instagram;
  • YouTube;
  • Google;
  • networking;
  • eventos;
  • parcerias;
  • produção de conteúdo;
  • tráfego pago.

Um dos erros de quem começa é falar apenas sobre promoções.

O cliente de Gestão de Milhas não está necessariamente procurando aprender tudo sobre milhas.

Na maioria das vezes, ele quer resolver um problema.

Ele quer viajar melhor, gastar menos tempo e evitar desperdícios.

Por isso, a comunicação do gestor deve mostrar resultado e benefício.

14. Quais ferramentas um Gestor utiliza?

Conforme a carteira cresce, tentar controlar tudo por planilhas e mensagens pode gerar problemas.

O profissional pode utilizar ferramentas para:

  • cadastrar clientes;
  • armazenar dados;
  • registrar programas;
  • controlar saldo;
  • acompanhar validade;
  • gerenciar viagens;
  • registrar emissões;
  • criar tarefas;
  • organizar contratos;
  • acompanhar oportunidades;
  • controlar pagamentos.

Além disso, ferramentas de comunicação, CRM, automação e gestão empresarial podem fazer parte da estrutura.

Tecnologia é um dos principais elementos para aumentar a capacidade de atendimento sem perder qualidade.

15. Como funciona um contrato de Gestão de Milhas?

O contrato é uma parte importante da profissionalização.

Ele deve definir claramente:

  • quais serviços estão incluídos;
  • quais atividades não fazem parte da gestão;
  • período contratado;
  • valor;
  • forma de pagamento;
  • responsabilidades do gestor;
  • responsabilidades do cliente;
  • tratamento de dados;
  • acessos necessários;
  • cancelamento;
  • limites de responsabilidade.

Cada operação possui características próprias.

Por isso, contratos devem ser elaborados ou revisados por profissional jurídico habilitado.

Evite trabalhar apenas com acordos feitos por WhatsApp.

Quando existe dinheiro, dados pessoais, cartões e viagens envolvidos, clareza contratual protege as duas partes.

16. Gestor de Milhas x Consultor de Milhas

Apesar de muitas vezes serem confundidos, os dois serviços podem ser diferentes.

Na consultoria, normalmente existe uma orientação pontual.

O profissional analisa uma situação e recomenda o que o cliente deveria fazer.

Na gestão, o acompanhamento tende a ser recorrente.

O gestor participa da operação ao longo do tempo.

De forma simplificada:

Consultoria: “Eu analiso e mostro o caminho.”

Gestão: “Eu acompanho e administro o processo com você ou para você.”

17. Gestor de Milhas x Agência de Viagens

Uma agência de viagens normalmente ganha principalmente com a venda ou intermediação de produtos turísticos.

Passagens, hotéis, pacotes, seguros e serviços fazem parte dessa operação.

O Gestor de Milhas trabalha principalmente com a administração da estratégia de viagens e dos programas de fidelidade do cliente.

Os dois modelos podem coexistir.

Inclusive, muitas agências podem utilizar a Gestão de Milhas como serviço complementar.

A principal diferença está no modelo de relacionamento.

A agência tradicional costuma ganhar quando existe uma venda.

A gestão pode gerar receita através de um contrato recorrente.

18. Gestor de Milhas x Vendedor de Milhas

São atividades completamente diferentes.

O vendedor de milhas possui ou negocia milhas com objetivo de gerar lucro através da compra e venda.

O Gestor de Milhas presta um serviço.

Ele recebe pela administração da estratégia do cliente.

Em uma operação profissional, o gestor não deve confundir os interesses do próprio negócio com os interesses do cliente.

Sua responsabilidade é buscar a melhor solução para quem contratou o serviço.

19. Gestão de Milhas para empresários

Empresários representam um dos públicos mais interessantes para o serviço.

Um empresário pode:

  • concentrar gastos elevados no cartão;
  • viajar frequentemente;
  • comprar passagens próximas da data;
  • viajar a trabalho;
  • viajar com a família;
  • ter pouco tempo disponível.

Nesse caso, a economia não acontece apenas através das milhas.

Existe também economia de tempo.

Em vez de acompanhar dezenas de promoções, regras e programas, o empresário delega essa função para um profissional especializado.

20. Gestão de Milhas para empresas

A Gestão de Milhas também pode ser aplicada ao ambiente empresarial.

Empresas podem possuir despesas relevantes com:

  • passagens;
  • hospedagem;
  • cartões corporativos;
  • viagens de executivos;
  • deslocamentos de funcionários.

Uma estratégia profissional pode ajudar a empresa a entender melhor seus gastos e oportunidades.

Neste modelo, entretanto, controles, processos, política de viagens, segurança e proteção de dados tornam-se ainda mais importantes.

21. Quais são os riscos da Gestão de Milhas?

Existem riscos tanto para clientes quanto para profissionais.

Entre eles estão:

  • vencimento de pontos;
  • alterações nas regras dos programas;
  • mudanças de disponibilidade;
  • cancelamentos;
  • bloqueios de contas;
  • uso inadequado de acessos;
  • erros de emissão;
  • falhas de comunicação;
  • perda de informações;
  • problemas contratuais.

Por isso, não existe gestão profissional sem processo.

Prometer resultados garantidos em situações que dependem de companhias aéreas, programas ou disponibilidade também deve ser evitado.

O papel do gestor é reduzir riscos e tomar decisões com base nas melhores informações disponíveis.

22. Segurança na Gestão de Milhas

Um Gestor de Milhas pode lidar com informações sensíveis do cliente.

Por isso, segurança deve ser prioridade.

Algumas boas práticas incluem:

  • utilizar sistemas adequados;
  • limitar acessos;
  • evitar compartilhar senhas de maneira insegura;
  • utilizar autenticação em dois fatores sempre que possível;
  • controlar quem da equipe acessa cada informação;
  • registrar operações;
  • manter dispositivos protegidos;
  • estabelecer regras internas.

Quanto maior a carteira de clientes, mais importante se torna uma política formal de segurança da informação.

23. LGPD e Gestão de Milhas

A Lei Geral de Proteção de Dados — LGPD — também deve fazer parte da preocupação do profissional.

Durante uma gestão podem ser utilizados dados como:

  • nome;
  • CPF;
  • telefone;
  • e-mail;
  • informações de viagem;
  • dados de programas;
  • documentos necessários para emissão.

O gestor precisa entender quais dados realmente precisa coletar, para qual finalidade serão utilizados, onde serão armazenados e quem terá acesso.

Essa estrutura deve estar refletida nos processos, contratos e políticas do negócio.

Em operações maiores, orientação jurídica especializada é recomendável.

24. Como está o mercado de Gestão de Milhas?

O mercado está amadurecendo.

Durante muitos anos, grande parte do conteúdo sobre milhas esteve concentrada em ensinar pessoas a acumularem pontos ou encontrarem promoções.

A Gestão de Milhas cria outra oportunidade.

Em vez de ensinar todo cliente a realizar todas as operações sozinho, existe a possibilidade de oferecer um serviço profissional para pessoas que preferem delegar essa função.

Isso aproxima o mercado de milhas de outros serviços já consolidados, como:

  • contabilidade;
  • assessoria financeira;
  • concierge;
  • consultoria de viagens;
  • planejamento patrimonial.

A tendência de profissionalização aumenta a importância de contratos, processos, tecnologia, segurança, capacitação e padrões de atendimento.

Esse é justamente o movimento defendido pelo Instituto Gestor de Milhas.

Vale a pena trabalhar com Gestão de Milhas?

Para quem deseja construir um negócio de serviços no mercado de viagens, a Gestão de Milhas pode representar uma oportunidade interessante.

Existe a possibilidade de trabalhar com:

  • contratos recorrentes;
  • clientes de maior poder aquisitivo;
  • operação digital;
  • estrutura relativamente enxuta;
  • serviços de maior valor agregado.

Por outro lado, não é uma atividade baseada apenas em encontrar promoções.

É preciso aprender gestão, vendas, atendimento, tecnologia, contratos e relacionamento com clientes.

Quem deseja atuar profissionalmente precisa pensar como empresário, e não somente como alguém que entende de milhas.

Como aprender a profissão de Gestor de Milhas?

O Instituto Gestor de Milhas foi criado para desenvolver e profissionalizar esse mercado.

A formação Profissão Gestor de Milhas, de Rodrigo Marroni, apresenta os conhecimentos necessários para quem deseja estruturar uma operação profissional de Gestão de Milhas, desde o atendimento e precificação até vendas, processos e gestão dos clientes.

O objetivo não é simplesmente ensinar como acumular pontos.

É ensinar como transformar esse conhecimento em um serviço profissional.

Perguntas frequentes sobre Gestor de Milhas

Preciso ter muitas milhas para começar?

Não. O gestor trabalha administrando as estratégias e os programas de seus clientes.

Preciso trabalhar em uma agência?

Não. É possível atuar de maneira independente ou incorporar o serviço dentro de uma agência.

Posso trabalhar de casa?

Grande parte da operação pode ser realizada de maneira digital.

Preciso saber emitir passagens?

Sim. Entender emissões e programas de fidelidade faz parte do conhecimento operacional necessário.

Gestão de Milhas é renda extra ou negócio?

Pode começar como atividade complementar, mas uma carteira crescente de clientes exige estrutura empresarial, processos e profissionalização.

Existe cliente para Gestão de Milhas?

Existem consumidores que acumulam grande quantidade de pontos, viajam frequentemente e não querem administrar essa complexidade sozinhos. O papel do profissional é identificar esse público e demonstrar economicamente o valor do serviço.

Conclusão

O Gestor de Milhas representa uma evolução do mercado de pontos e viagens.

Em vez de simplesmente ensinar uma pessoa a utilizar seus próprios pontos, o profissional assume uma função de gestão.

Ele organiza, acompanha, planeja e ajuda o cliente a transformar gastos, benefícios e programas de fidelidade em melhores decisões de viagem.

Mas o crescimento da atividade também aumenta a responsabilidade.

Contrato, segurança, proteção de dados, processos, tecnologia e conhecimento técnico devem fazer parte de qualquer operação profissional.

Se você deseja aprender como estruturar esse serviço, conquistar clientes e desenvolver uma operação profissional, conheça a Profissão Gestor de Milhas, formação de Rodrigo Marroni através do Instituto Gestor de Milhas.

A proposta é simples:

transformar conhecimento sobre milhas em uma profissão, com método, processos e visão de negócio.

Conteúdo criado por Rodrigo marroni, fundador do Instituto Gestor de Milhas